sábado, 9 de abril de 2011

TRANSAMAZÔNICA CHALLENGE 2011 - Décimo primeiro dia

Décimo primeiro dia...


Acordamos bem cedo e seguimos para Três Fronteiras, alguns atoleiros pesados, mas nada muito radical para nossos carros, algumas pontes sinistras e chegamos. Devido a alguns atrasos o grupo se dividiu em dois o grupo formado por Heliomar, Enrico, Erico, Edson, Coelho, Paulo, que são amigos há muitos anos, seguiram na nossa frente. O restante só conseguiu sair de Três Fronteiras quase meio-dia por problemas no freio da Band. Em Três Fronteiras nos despedimos de Marco e Paulo, que seguiram para Machadinho do Oeste e de lá para Manaus. Todos ficaram tristes, pois o Marcão é uma figura inigualável e de um humor contagiante. Nos abraçamos seguimos nossos rumos.

O rio estava cheio, lavando a ponte, que estava presa por cabos de aço e com uma das bases quase caindo, passamos um de cada vez. Os moradores da região estão revoltados com o Estado, pois não faz parte do projeto de arrumação emergencial das pontes a do Madeirinha.

Seguimos em frente e passamos por alguns trechos alagados novamente, poucos atoleiros, nada muito pesado, mas a diversão garantida. Após os 12 primeiros quilômetros habitados o trecho ficou vazio e começaram os trechos com erosões e pontes com troncos improvisados, adrenalina pura e muita diversão off Road.

Para melhorar ainda mais o trecho e aumentar a emoção pegamos muita chuva no trecho, rieiras caindo, pontes altamente sinistras molhadas e escorregadias e erosões aumentando.

Em um dos trajetos quase vira uma das Lands e a Hilux do Landry quase fica, mas ele não deu o braço a torcer e conseguiu sair sozinho. Seguimos nos divertindo até a Hilux parar de vez, trocamos a bateria e o regulador de tensão e pronto, seguimos para mais aventura. Lopes deu uma atolada com sua SW4, sua segunda atolada durante a expedição. Hugo quase vira sua 110 em um barranco que cedeu com sua passagem.

O pessoal que saiu mais cedo estavam cerca de quatro horas na nossa frente, com a vantagem de não terem pegado o trecho com chuva, o que reduziu a velocidade de deslocamento do nosso grupo. Devido aos trechos ruins, ou melhor, ótimos!

Chegamos à balsa do Rosevelt já à noite e por isso não tivemos como atravessar, mas o pessoal da Fazenda nos deixou usar a estrutura do alpendre com dois banheiros (barracão). Preparamos um churrascão com a carne comprada em Três Fronteiras, Landry assumiu o churrasco juntamente com o Guiga, Leandro fez os acompanhamentos e todo mundo na farra! O gerador da fazenda desligou às 22:00hs e a festa continuou.

A canseira começou a apertar e o pessoal entrando nas barracas, eu, Landry, Guiga e Juju (apelido carinhoso do JJ – Jorge Junior), ficamos bebendo e olhando o céu estrelado e falando de todo mundo. Fomos dormir mais de três da manhã.

Um comentário:

jorge disse...

JJ eh jorge junior e nao jose!

TRANSAMAZÔNICA CHALLENGE 2011

Correio Técnico...

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