Transamazônica Challenge 31 de Março de 2010
Acordamos cedo e nosso objetivo era chegar as duas da tarde em Alter do Chão, mas verificou-se um vazamento no radiador da Band, novamente outro furo causado pelas peças do ar-condicionado.
Mandei o grupo seguir: Troller Coelho, Troller (ITÁLIA) e Jimny e fiquei com o Jeguinho em Trairão para consertarmos. Saímos de Trairão quase onze da manhã e tocamos a Hilux e o Jeguinho para Santarém, estradão, e muitos trechos asfaltados, mais do que 2009. Chegamos a Rurópolis, o trecho entre o entroncamento da BR 163 e a 230 até Rurópolis é formado pela superposição das duas BRs e está em processo de asfalto. Uma obra orçada em mais de 120 milhões de reais e com previsão de entrega em 2012, vamos aguardar!
Em Rurópolis fomos a um restaurante de peixe e comemos Tucurané, estávamos: Eu, Cabeça (Engels), Rubi e Hercules. Comemos até não agüentar mais e seguimos para Santarém, os primeiros 100 km estão impraticáveis, com buracos, erosões e crateras. Pensativo sobre os que precisam passar ali constantemente. Que lastima!
Antes de Santarém entramos em Belterra, uma bela e organizada vila, requisitos dos americanos que fundaram a Fordlândia. De Belterra seguimos por 18 km de uma linda estrada de chão até Alter do Chão, onde nossos companheiros já estavam instalados confortavelmente nas pousadas, não foi possível todos ficarem em uma mesma pousada.
Em Alter do Chão encontrei os Piauienses do Jeep Clube de Teresina (http://www.jeepclubedeteresina.com.br/), os quais tinha trocado e.mails sobre um possível encontro na Transamazônica e no final estávamos a noite em Alter do Chão tomando uma cerveja gelada com os veleiros de vários países ao fundo.
Muita conversa colocada em dia e um dia para descanso de todos.
Mandei o grupo seguir: Troller Coelho, Troller (ITÁLIA) e Jimny e fiquei com o Jeguinho em Trairão para consertarmos. Saímos de Trairão quase onze da manhã e tocamos a Hilux e o Jeguinho para Santarém, estradão, e muitos trechos asfaltados, mais do que 2009. Chegamos a Rurópolis, o trecho entre o entroncamento da BR 163 e a 230 até Rurópolis é formado pela superposição das duas BRs e está em processo de asfalto. Uma obra orçada em mais de 120 milhões de reais e com previsão de entrega em 2012, vamos aguardar!
Em Rurópolis fomos a um restaurante de peixe e comemos Tucurané, estávamos: Eu, Cabeça (Engels), Rubi e Hercules. Comemos até não agüentar mais e seguimos para Santarém, os primeiros 100 km estão impraticáveis, com buracos, erosões e crateras. Pensativo sobre os que precisam passar ali constantemente. Que lastima!
Antes de Santarém entramos em Belterra, uma bela e organizada vila, requisitos dos americanos que fundaram a Fordlândia. De Belterra seguimos por 18 km de uma linda estrada de chão até Alter do Chão, onde nossos companheiros já estavam instalados confortavelmente nas pousadas, não foi possível todos ficarem em uma mesma pousada.
Em Alter do Chão encontrei os Piauienses do Jeep Clube de Teresina (http://www.jeepclubedeteresina.com.br/), os quais tinha trocado e.mails sobre um possível encontro na Transamazônica e no final estávamos a noite em Alter do Chão tomando uma cerveja gelada com os veleiros de vários países ao fundo.
Muita conversa colocada em dia e um dia para descanso de todos.
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