Transamazônica Challenge 29 de Março de 2010
Saímos de Alta Floresta ainda escuro, rodamos até a balsa do Rio Teles Pires, vimos o Sol nascer próximo a balsa. Seguimos para Guarantã do Norte e lá abastecemos. Não ligamos para nosso grande amigo Davi, pois só paramos para abastecer e ainda era cedo.
Partimos em direção a Santarém, nosso objetivo dormir em Novo Progresso. A estrada alternava entre muito boa a esburacada, mas ainda sim boa de desenvolver. No caminho o Rubi lembrou que a Força Aérea possui uma base e sugeriu que nos parássemos para conhecer. Sugestão mais que aceita e seguimos até a entrada da base aérea e paramos para pedir autorização para visitar a instalação.
A base aérea da Serra do Cachimbo é uma base de treinamento e serve para o aprimoramento dos pilotos da FAB. No local, que possui mais de 22 mil km2, maior que o estado de Sergipe e maior que alguns países, além de treinar os pilotos de helicópteros e aviões de guerra no tiro aéreo e bombardeamento, é também um local de preservação ambiental. Levando em consideração que a maior parte do território protegido e por isso não sofre ação predatória do homem, a região é um grande bioma de vida e a transição entre o cerrado e a floresta amazônica. A maior parte da área é ainda intocada pelo homem, vista somente pelo alto, uma grande riqueza preservada em nosso País.
Fomos autorizados pelo Coronel Moacir a visitar as instalações da base. Seguimos até o seu gabinete e tivemos uma aula do que venha a ser a base aérea e qual sua função. Criada na década de cinqüenta e base aérea servia como ponto de apoio para vôos que cortassem o Brasil, sem a necessidade de se fazer um vôo somente pelo litoral. Posteriormente a base foi transformada em uma base de treinamento da FAB e o projeto é esta base ser um local de treinamento para a Força Aérea de outros países, que alugariam a estrutura para esse fim.
Como chegamos estrategicamente na hora do almoço... Brincadeira, não fora planejado isso. Fomos convidados pelo Coronel para almoçarmos, como a maior parte dos expedicionários são apaixonados por comido, principalmente a Fabiana, que come a cada duas horas. Estávamos discutindo o buraco dimensional que existe no estomago dessa moça, pois não é possível ela comer tanto e ser tão magra. Mas voltando a base aérea, almoçamos com o Coronel Moacir, que além de ser um homem extremamente educado e culto é gentil e simpático.
O almoço estava perfeito, parabéns ao sargento responsável pelo “rango”, tutu a mineira e bistecas de primeira categoria. Nada como ter um bom rango onde se passa cerca de 21 dias confinado. Após o almoço o Coronel colocou a Sargento Tatiane, do serviço de comunicação da Aeronáutica, para nos guiar e mostra as instalações da base aérea. Uma jovem e bela mulher de 1,70 e olhos brilhantes nos guiou por toda a base, mostrando o controle de espaço, área de rádio-comunicação, hospital, aliás, aqui vale salientar que o hospital da base, que conta sempre com uma equipe médica formada por um médico e dois enfermeiros, atende não somente a base, mas principalmente a população em volta da base. Por ser uma área de baixa densidade populacional, poucos sítios e pequenas vilas, não existe assistência médica em um raio de 80 km da base e portanto a base passa a ser a única alternativa para um acidente ou enfermidade grave, contando inclusive com deslocamento aéreo para um hospital aparelhado, caso seja necessário.
Durante a visita conhecemos a primeira hidroelétrica da região amazônica. Construída em 1952 a usina produzia energia elétrica para a base e atualmente está passando pela sua terceira ampliação. Suas quedas d’água são uma beleza a parte naquela região. Aqui ficam os agradecimentos dos expedicionários ao Coronel Moacir e toda sua equipe.
Saímos da base em direção a Novo Progresso, mas a estrada estava meio ruim e, além disso, tínhamos dedicado muito tempo na visita a base aérea, com toda certeza validos. Antes de Castelo dos Sonhos paramos na Cachoeira do Curuá, como estávamos no nosso roteiro de volta podemos aproveitar mais o tempo.
Chegamos a Castelo dos Sonhos anoitecendo e como não valia a pena seguir a noite para Novo Progresso, mais 160km, resolvemos pernoitar no Castelo, na mesma pousada que fiquei em 2009. A pousada é muito boa, quartos bons e um ótimo café da manhã por um preço bom.
Partimos em direção a Santarém, nosso objetivo dormir em Novo Progresso. A estrada alternava entre muito boa a esburacada, mas ainda sim boa de desenvolver. No caminho o Rubi lembrou que a Força Aérea possui uma base e sugeriu que nos parássemos para conhecer. Sugestão mais que aceita e seguimos até a entrada da base aérea e paramos para pedir autorização para visitar a instalação.
A base aérea da Serra do Cachimbo é uma base de treinamento e serve para o aprimoramento dos pilotos da FAB. No local, que possui mais de 22 mil km2, maior que o estado de Sergipe e maior que alguns países, além de treinar os pilotos de helicópteros e aviões de guerra no tiro aéreo e bombardeamento, é também um local de preservação ambiental. Levando em consideração que a maior parte do território protegido e por isso não sofre ação predatória do homem, a região é um grande bioma de vida e a transição entre o cerrado e a floresta amazônica. A maior parte da área é ainda intocada pelo homem, vista somente pelo alto, uma grande riqueza preservada em nosso País.
Fomos autorizados pelo Coronel Moacir a visitar as instalações da base. Seguimos até o seu gabinete e tivemos uma aula do que venha a ser a base aérea e qual sua função. Criada na década de cinqüenta e base aérea servia como ponto de apoio para vôos que cortassem o Brasil, sem a necessidade de se fazer um vôo somente pelo litoral. Posteriormente a base foi transformada em uma base de treinamento da FAB e o projeto é esta base ser um local de treinamento para a Força Aérea de outros países, que alugariam a estrutura para esse fim.
Como chegamos estrategicamente na hora do almoço... Brincadeira, não fora planejado isso. Fomos convidados pelo Coronel para almoçarmos, como a maior parte dos expedicionários são apaixonados por comido, principalmente a Fabiana, que come a cada duas horas. Estávamos discutindo o buraco dimensional que existe no estomago dessa moça, pois não é possível ela comer tanto e ser tão magra. Mas voltando a base aérea, almoçamos com o Coronel Moacir, que além de ser um homem extremamente educado e culto é gentil e simpático.
O almoço estava perfeito, parabéns ao sargento responsável pelo “rango”, tutu a mineira e bistecas de primeira categoria. Nada como ter um bom rango onde se passa cerca de 21 dias confinado. Após o almoço o Coronel colocou a Sargento Tatiane, do serviço de comunicação da Aeronáutica, para nos guiar e mostra as instalações da base aérea. Uma jovem e bela mulher de 1,70 e olhos brilhantes nos guiou por toda a base, mostrando o controle de espaço, área de rádio-comunicação, hospital, aliás, aqui vale salientar que o hospital da base, que conta sempre com uma equipe médica formada por um médico e dois enfermeiros, atende não somente a base, mas principalmente a população em volta da base. Por ser uma área de baixa densidade populacional, poucos sítios e pequenas vilas, não existe assistência médica em um raio de 80 km da base e portanto a base passa a ser a única alternativa para um acidente ou enfermidade grave, contando inclusive com deslocamento aéreo para um hospital aparelhado, caso seja necessário.
Durante a visita conhecemos a primeira hidroelétrica da região amazônica. Construída em 1952 a usina produzia energia elétrica para a base e atualmente está passando pela sua terceira ampliação. Suas quedas d’água são uma beleza a parte naquela região. Aqui ficam os agradecimentos dos expedicionários ao Coronel Moacir e toda sua equipe.
Saímos da base em direção a Novo Progresso, mas a estrada estava meio ruim e, além disso, tínhamos dedicado muito tempo na visita a base aérea, com toda certeza validos. Antes de Castelo dos Sonhos paramos na Cachoeira do Curuá, como estávamos no nosso roteiro de volta podemos aproveitar mais o tempo.
Chegamos a Castelo dos Sonhos anoitecendo e como não valia a pena seguir a noite para Novo Progresso, mais 160km, resolvemos pernoitar no Castelo, na mesma pousada que fiquei em 2009. A pousada é muito boa, quartos bons e um ótimo café da manhã por um preço bom.
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