Transamazônica Challenge 24 de Março de 2010
Acordamos com o Sol, noite proveitosa de descanso para uns e para outros escutar roncos. Segundo Engels, grande roncador, o som é para espantar as onças. Todos reunidos no café da manhã, alguns já tomados banho, outros indos ao mato. Nada como adubar a natureza!
Recolhemos o acampamento e seguimos em frente para mais erosões e pontes para serem reconstruídas. Todos nós estávamos amando aquela aventura e agradecendo aos Neves por estarem um pouco a frente cortando as arvores caídas e abrindo picadas para desviá-las, menos um trabalho.
Mais erosões pela frente e todos ficando safo neste tipo de off Road, grandes poças de água com até 1 metro de profundidade no meio da mata, depois mais erosões, poucos atoladores, nada de mais para nossos veículos, os grandes desafios eram as erosões e as pontes podres e derrubadas.
Chegamos em uma ponte para fazer, pouco material ao redor, mas já havíamos recolhidos algumas tabuas e troncos na caçamba da Hilux, que foram essenciais para construir as pontes, ou reconstruir. Além da madeira o que permitiu a construção das pontes foram às cordas, que amarravam as toras roliças para passar com os pneus. Sobre orientação do George começamos a usar também cintas de catracas, o que acelerou a construção.
Em uma das pontes o Coelho sentiu o Troller correr e acelerou forte, quase atropelando o Rubi e chegou a passar por cima do pé, mas não teve nada grave. Na acelerada a ponte ficou destruída e começamos a refazê-la. Após este episodio o Coelho ficou apreensivo e começou a querer passar rápido de mais nas pontes e por isso foi colocado em último no comboio.
Nosso dia foi assim construindo e reconstruindo pontes, subindo e descendo erosões. Neste dia todos os veículos foram encalhando e precisando de ajuda dos guinchos ou dos outros veículos. Rodamos o dia inteiro e no final tínhamos percorrido quase todo o trajeto até o Madeirinha, que infelizmente estava mais de três metros acima do seu nível e era impossível passar pela ponte submersa e a única balsa, pertencente a um garimpo, tinha sido levada pela enchente. Neste ponto encontramos o Alcyr e a família Neves e começamos o retorno juntos. Nosso objetivo agora era o local onde acampamos na noite anterior e como já era tarde começamos o retorno.
Como estávamos safo em pontes seguras e agora eram sete veículos para passar, fomos à frente preparando as pontes, uma por uma, foram seis ao todo o que significou doze pontes reconstruídas.
Os sete veículos, agora uma L200 2010 e uma Triton 2009 no grupo, começaram a enfrentar as erosões mais molhadas e profundas. O grupo do Alcyr não tinha enfrentado erosões tão profundas e tanta lama, pois choveu muito depois que eles passaram, para nosso grupo foi relembrar as erosões só que agora ao inverso.
Voltamos mais rápido e refazendo as pontes, uma delas caiu assim que o último carro passou. Seguimos em frente e cerca de oito da noite chegamos ao local do acampamento da noite anterior e novamente começamos os trabalhos para uma noite de conversas e comidas, só que sem cerveja, nem quente! Nesta noite o Coelho passou a ser chamado de “Grande Coelho Roncador”, devido ao ronco alto e constante.
Fatos do dia:
- Muitos atoleiros dentro das erosões deixando mais divertida a passagem.
- Mais pontes para refazer.
- Impossibilidade de passar pelo Rio Madeirinha.
- Encontro com a família Neves
- Comprovamos mais uma vez que somente os fortes sobrevivem.
Recolhemos o acampamento e seguimos em frente para mais erosões e pontes para serem reconstruídas. Todos nós estávamos amando aquela aventura e agradecendo aos Neves por estarem um pouco a frente cortando as arvores caídas e abrindo picadas para desviá-las, menos um trabalho.
Mais erosões pela frente e todos ficando safo neste tipo de off Road, grandes poças de água com até 1 metro de profundidade no meio da mata, depois mais erosões, poucos atoladores, nada de mais para nossos veículos, os grandes desafios eram as erosões e as pontes podres e derrubadas.
Chegamos em uma ponte para fazer, pouco material ao redor, mas já havíamos recolhidos algumas tabuas e troncos na caçamba da Hilux, que foram essenciais para construir as pontes, ou reconstruir. Além da madeira o que permitiu a construção das pontes foram às cordas, que amarravam as toras roliças para passar com os pneus. Sobre orientação do George começamos a usar também cintas de catracas, o que acelerou a construção.
Em uma das pontes o Coelho sentiu o Troller correr e acelerou forte, quase atropelando o Rubi e chegou a passar por cima do pé, mas não teve nada grave. Na acelerada a ponte ficou destruída e começamos a refazê-la. Após este episodio o Coelho ficou apreensivo e começou a querer passar rápido de mais nas pontes e por isso foi colocado em último no comboio.
Nosso dia foi assim construindo e reconstruindo pontes, subindo e descendo erosões. Neste dia todos os veículos foram encalhando e precisando de ajuda dos guinchos ou dos outros veículos. Rodamos o dia inteiro e no final tínhamos percorrido quase todo o trajeto até o Madeirinha, que infelizmente estava mais de três metros acima do seu nível e era impossível passar pela ponte submersa e a única balsa, pertencente a um garimpo, tinha sido levada pela enchente. Neste ponto encontramos o Alcyr e a família Neves e começamos o retorno juntos. Nosso objetivo agora era o local onde acampamos na noite anterior e como já era tarde começamos o retorno.
Como estávamos safo em pontes seguras e agora eram sete veículos para passar, fomos à frente preparando as pontes, uma por uma, foram seis ao todo o que significou doze pontes reconstruídas.
Os sete veículos, agora uma L200 2010 e uma Triton 2009 no grupo, começaram a enfrentar as erosões mais molhadas e profundas. O grupo do Alcyr não tinha enfrentado erosões tão profundas e tanta lama, pois choveu muito depois que eles passaram, para nosso grupo foi relembrar as erosões só que agora ao inverso.
Voltamos mais rápido e refazendo as pontes, uma delas caiu assim que o último carro passou. Seguimos em frente e cerca de oito da noite chegamos ao local do acampamento da noite anterior e novamente começamos os trabalhos para uma noite de conversas e comidas, só que sem cerveja, nem quente! Nesta noite o Coelho passou a ser chamado de “Grande Coelho Roncador”, devido ao ronco alto e constante.
Fatos do dia:
- Muitos atoleiros dentro das erosões deixando mais divertida a passagem.
- Mais pontes para refazer.
- Impossibilidade de passar pelo Rio Madeirinha.
- Encontro com a família Neves
- Comprovamos mais uma vez que somente os fortes sobrevivem.
Veja mais no site: http://www.transamazonicachallenge.com.br/
- Retorno para Guariba.
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