SSangYong se livra da falência.
O Tribunal Distrital de Seul, na semana passada aprovou o seu plano de reestruturação, o que significa que não será liquidada, Garantindo sua continuidade. Todos esses problemas surgiram após a declaração de falência no início deste ano, seguido de uma greve e um processo econômico difícil e complicado trabalho de negociação que tem vindo a ser concretizadas.Após a regulamentação do emprego de aposentadoria voluntária, com quase 40% do pessoal, a melhoria da produtividade e eficiência ficou nitida. Com a não falência declarada pelo tribunal a empresa pode agora refinanciar as dívidas e reestruturar as cotas dos acionistas e da controladora SAIC.
O fabricante de automóveis coreano continua focada no desenvolvimento de SUV e vans, mas agora mais focado no que o mercado quer, menores, os veículos mais eficientes. Em cinco anos vai lançar um novo veículo por ano, o primeiro esperado crossover compacto C200. SsangYong está à procura de um parceiro de tecnologia com a qual possa explorar a sua tecnologia híbrida e mais acesso a inovações técnicas, este está activamente a procurar as empresas ou consórcios de preferência europeu.
Esta integração irá custar cerca de 300 milhões de euros, mas irá garantir um retorno dos lucros em 2011.
Por: SsangYong
A SsangYong certamente é uma das marcas com grande potencial de crescimento entre as asiáticas. Apesar de explorar apenas um nicho mercadológico, os das SUVs, seus produtos possuem apelo comercial e tecnologia de ponta. Entretanto, sua baixa produção não a permite ter escala e isso pode se tornar um problema.Em 2008 produziu apenas 82 mil unidades. A capacidade instalada da fábrica é de cerca de 250 mil unidades/ano. A solução seria uma joint-venture com alguma montadora que pudesse dar-lhe escala produtiva, ocupando suas modernas porém ociosas instalações. A Volkswagem surgiu no noticiário, mas seu CEO afirmou nesta semana que o grupo alemão não fará mais aquisições. No entanto, somente pelo fato de não estar mais nas mãos da chinesa SAIC, já torna a SsangYong uma empresa promissora. As dificuldades que a SsangYong viveu em 2009 e ainda viverá em 2010, poderão mostrar ao mundo que a marca coreana é forte e robusta para resistir bravamente às turbulências do mercado. Sua superação em vencer obstáculos é invejável tal como seus carros bem construídos.
ResponderExcluirA SsangYong se livra de um problemão e tem agora a oportunidade de se reestruturar no mercado e essa idéia da Join venture é perfeita para isso, mas realmente tem de ser uma empresa grande. Quanto mais empresas no mercado, e ainda por cima com produtos bons, melhor para o consumidor. Não sei onde este mercado irá parar. A Volvo irá para a Chinesa Geely (consorcio de empresas) e a Saab fadada e sumir! Será que a Volvo, sobe a visão dos Chineses irá manter seu padrão? A Land Rover está indo muito bem, obrigado, já comentei aqui no blog sobre as vendas. Nas mãos dos Indianos, fiz até uma brincadeira sobre a invasão dos Indianos no mercado inglês e na colonização inversa, mas com os Chineses a visão de mercado é diferente. Lembrando que os chineses estão novamente tentando enfrentar o Dakar com dois SUVs da Chery, que de 2007 pra cá conseguiram apenas concluir a segunda etapa, ainda na Europa. A China em busca do marketing de qualidade e resistência. Será que a Volvo será nivelada por baixo ou servirá de plataforma para subir o nível dos produtos Chineses? Não sou sueco, mas dói em pensar que a Ford está entregando uma empresa como a Volvo aos chineses. Nada contra ao povo chinês, mas sim pela sua forma de conduzir o mercado em função dos custos baixos.
ResponderExcluirSérgio Holanda