Transamazônica Challenge 20 de Março de 2010
Dia curto, mas proveitoso. O grupo ainda de ressaca da farra do dia anterior acordou e começou a juntar as bagagens para partir em direção a Nova Monte Verde, cerca de 260 km de Guarantã do Norte. A viagem foi tranqüila, hora asfalto, hora estrada de chão, mas foi em baixo de chuva, o que deixou o trajeto mais tranqüilo e os participantes mais felizes, pois sabiam que a frente estava chovendo!
Em Guarantã nos despedimos dos amigos e do Jeison., que retornou para Nova Mutum. Na cidade de Alta Floresta nos despedimos do Argentino Eladio e de sua esposa Glenda. Por questões profissionais o Eladio precisava voltar a Córdoba. Aliás, este talvez seja o destino de mais dois participantes da expedição, que parecem estar com problemas em suas empresas e precisam retornar, só saberemos mais tarde.
Durante o deslocamento, primeiro com o Jimny fazendo parte do comboio, tivemos uma média de km dia menor, isso se deve ao fato de que o Jimny não tem condições técnicas de acompanhar os veículos mais potentes, mas a regra é clara e o comboio segue no ritmo do mais lento e nunca se desgarrar.
O grupo estava descontente com o a média menor, mas devido ao trecho muito esburacado não tinha como andar mais rápido. Durante a reunião à noite sobre a nova fase da expedição, começo dos trechos pesados e dos acampamentos, foi passada aos participantes a realidade dos caminhos que iremos seguir além de estipular algumas regras. Na hora que foi passada a palavra aos participantes os condutores do Jimny se queixaram sobre as provocações de alguns integrantes a respeito da velocidade imprimida pelo veículo, além de acharem que o uso dado ao rádio era incorreto. A forma como fora exposta a queixa gerou um descontentamento de alguns participantes, que já estavam assustados com as notícias dos trechos que iriam passar nos próximos dias e com isso resolveram abortar o projeto e retornar para Guarantã do Norte e subir a 163 para aproveitar Santarém.
Com esta decisão o grupo até o presente momento, 02:12 da manhã, está divido ao meio, onde metade seguirá para a Estrada do Estanho e outra metade para Santarém e curtir o trecho mais movimentado da Transamazônica.
As notícias que temos é que depois de Colniza o trajeto é pedreira e com atoleiros de até 60 km, além de muitas áreas alagadas, ou seja, tudo de bom!!!
Sairemos de Nova Monte Verde às 5:30hs para poder pegar a balsa do Rio Jurena, que tem hora marcada, de lá seguiremos até Colniza, mas dependendo da hora seguimos para nosso primeiro acampamento. Caso acampemos, notícias sobre nosso grupo somente uns 5 dias mais tarde.
Em Guarantã nos despedimos dos amigos e do Jeison., que retornou para Nova Mutum. Na cidade de Alta Floresta nos despedimos do Argentino Eladio e de sua esposa Glenda. Por questões profissionais o Eladio precisava voltar a Córdoba. Aliás, este talvez seja o destino de mais dois participantes da expedição, que parecem estar com problemas em suas empresas e precisam retornar, só saberemos mais tarde.
O grupo estava descontente com o a média menor, mas devido ao trecho muito esburacado não tinha como andar mais rápido. Durante a reunião à noite sobre a nova fase da expedição, começo dos trechos pesados e dos acampamentos, foi passada aos participantes a realidade dos caminhos que iremos seguir além de estipular algumas regras. Na hora que foi passada a palavra aos participantes os condutores do Jimny se queixaram sobre as provocações de alguns integrantes a respeito da velocidade imprimida pelo veículo, além de acharem que o uso dado ao rádio era incorreto. A forma como fora exposta a queixa gerou um descontentamento de alguns participantes, que já estavam assustados com as notícias dos trechos que iriam passar nos próximos dias e com isso resolveram abortar o projeto e retornar para Guarantã do Norte e subir a 163 para aproveitar Santarém.
As notícias que temos é que depois de Colniza o trajeto é pedreira e com atoleiros de até 60 km, além de muitas áreas alagadas, ou seja, tudo de bom!!!
Sairemos de Nova Monte Verde às 5:30hs para poder pegar a balsa do Rio Jurena, que tem hora marcada, de lá seguiremos até Colniza, mas dependendo da hora seguimos para nosso primeiro acampamento. Caso acampemos, notícias sobre nosso grupo somente uns 5 dias mais tarde.
Caro Serjão,
ResponderExcluirAcompanho diariamente o TAC 2010. E o Mundo esta vendo a aventura extraordinária que o grupo esta enfrentando. Parabéns pelo projeto que testa o verdadeiro espírito de equipe, de aventura, de coragem e resistência durante esses vinte dias!!!
Força para enfrentar os desafios e não deixe a peteca cair, pois essa conquista não é para todos.
Fraterno Abraço,
Joni Barth
BSB-DF